Alvo de mandado de busca e apreensão cumprido pela Polícia Federal nesta terça-feira (27), o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil) disse que fortaleceu a transparência da da gestão dos medicamentos comprados pelo município durante a sua administração.
A operação da PF investiga suposto desvio de recursos públicos e fraudes em processos de licitação de saúde no estado e cumpriu 35 mandados em municípios do Rio Grande do Norte. Entre eles, Mossoró, a segunda maior cidade do estado.
Além do prefeito, também foram alvo de mandados de busca da PF o vice-prefeito de Mossoró, Marcos Medeiros, o prefeito de São Miguel, Leandro do Rego Lima (União), o Prefeito de Paraú, Júnior Evaristo (PP) e a chefe de gabinete de José da Penha, que é irmã do prefeito. A casa do irmão do prefeito de São Miguel também foi alvo de busca. O g1 tenta contato com os demais prefeitos alvos da operação.
Essa fase da investigação está sendo focada em seis prefeituras, embora existam indícios de outras envolvidas no esquema. (saiba mais abaixo)
Em nota divulgada durante a manhã, após a deflagração da operação, o prefeito negou qualquer irregularidade em sua conduta. Nas redes sociais, Allyson ainda afirmou um celular, um notebook e dois HDs foram levados pelos agentes da PF.
A defesa do prefeito também argumentou que em dezembro de 2023 Allyson editou o Decreto nº 6.994/2023, que tornou obrigatória a utilização do Sistema Nacional de Gestão da Assistência Farmacêutica – Hórus – no controle de estoque e dispensação de medicamentos.
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