A Justiça do Rio Grande do Norte julga, nesta terça-feira (16), o oficial de Justiça Josias Teixeira de Morais, acusado de causar o acidente que matou a professora de dança e bailarina Gislâne Cruz do Nascimento. O júri popular acontecerá mais de sete anos após a ocorrência, registrada em 2019.
Segundo as informações colhidas pelo Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), a professora seguia em veículo conduzido por uma motorista por aplicativo, na Avenida Prudente de Morais, no sentido Candelária, quando um carro na contramão as atingiram. A batida frontal causou o capotamento do carro onde Gislâne Cruz estava.
A motorista que transportava a professora e o motorista do outro carro tiveram ferimentos leves e foram socorridas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao hospital. A bailarina, porém, não resistiu.
Segundo o CPRE, Josias Teixeira de Morais, de 63 anos, conduzia o veículo na contramão e apresentava sinais de embriaguez. Após o acidente, ele foi preso e assumiu que estava embriagado.
Gislane Cruz, ex-bailarina da Companhia de Dança do Teatro Alberto Maranhão, era professora de dança dos colégios Salesianos São José e Dom Bosco, e também foi a Rainha do Carnaval do município de Parnamirim em 2019.








