Os suspeitos foram alvo da operação “Match Final”, que cumpriu mandados de prisão preventiva contra os investigados.
Durante a ação, também foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e duas medidas cautelares contra parentes dos investigados, incluindo o uso de monitoramento eletrônico.
As diligências foram realizadas nos bairros Dix-Sept Rosado, Quintas e Lagoa Nova, na capital potiguar.
Como funcionava o golpe
De acordo com as investigações, o casal selecionava as vítimas por meio de aplicativos de relacionamento voltados ao público LGBT+.
O investigado principal iniciava contato com as vítimas e, após ganhar a confiança, migrava a comunicação para aplicativos de mensagens. Em seguida, eram marcados encontros presenciais, geralmente na casa dos investigados.
No local, as vítimas eram surpreendidas pela ação criminosa. Segundo relatos, os crimes eram praticados com uso de armas brancas e, em algumas situações, até arma de fogo.
O investigado exigia acesso às contas bancárias e às respectivas senhas, enquanto sua companheira surgia de forma repentina, passando a ameaçar as vítimas para que realizassem transferências financeiras.








