Nos últimos anos, a tecnologia passou a ocupar um espaço cada vez maior na rotina das crianças. Tablets, celulares e videogames ganharam protagonismo, muitas vezes substituindo as brincadeiras ao ar livre e os movimentos livres do corpo. Se por um lado as telas podem ser ferramentas de aprendizado e entretenimento, por outro, o uso excessivo traz impactos diretos na saúde física e no desenvolvimento motor.
O sedentarismo infantil já é uma preocupação global, e o tempo prolongado diante das telas agrava o problema. Crianças que passam longos períodos sentadas, olhando para baixo e em posições inadequadas podem apresentar alterações posturais, como ombros projetados para frente, encurtamentos musculares e até a chamada “síndrome do pescoço de texto”. Além disso, a falta de movimento reduz oportunidades importantes para fortalecer músculos, melhorar a coordenação e desenvolver habilidades motoras que serão fundamentais na vida adulta.
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