1 de julho de 2024

Ministério da Agricultura divulgou, na sexta-feira (28), uma lista de lotes de marcas de café torrado que foram considerados impróprios para consumo, após análise do Departamento de Inspeção do órgão (veja abaixo).

Segundo o governo, os produtos foram desclassificados após o Ministério detectar a presença de matérias e elementos estranhos e impurezas acima dos limites permitidos pela legislação vigente, a Portaria nº 570.

Segundo essa legislação:

  • as matérias estranhas são grãos ou sementes de outras espécies vegetais, além de areia, pedras, torrões e outras sujeiras;
  • os elementos estranhos são grãos ou sementes de outros gêneros, corantes, açúcar, caramelo e borra de café solúvel ou de infusão;
  • as impurezas são cascas, paus e outros detritos provenientes do próprio pé de café.

Os produtos deverão ser recolhidos pelas empresas responsáveis. O alerta do Ministério faz parte da Operação Valoriza, que contou com ações de fiscalização em todo o país, entre os dias 18 e 28 de março de 2024, quando 168 amostras de café foram coletadas.

Posicionamento das empresas

 

g1 entrou em contato com as marcas de café.

A Casão confirmou que houve, de fato, um problema com o lote 90. “Fizemos o recolhimento e mandamos para o Ministério da Agricultura toda a documentação exigida, inclusive o laudo dos novos café”, disse a empresa.

Representantes da Lagobom e Paranaense também informaram que os lotes indicados pelo governo “foram recolhidos imediatamente”.

A reportagem não conseguiu contato com as seguintes marcas: Bule Nobre, Córrego do Ouro, Sansão, Café Castro, Meu Café, Ouro de Minas, Aroma Premium, Sultão e Aladdin.

🤔 O que fazer caso tenha adquirido algum produto? A orientação do Ministério é deixar de consumi-los, e solicitar a substituição nos moldes determinado pelo Código de Defesa do Consumidor.

E, caso encontrem alguma dessas marcas sendo comercializadas, a orientação é que seja comunicado imediatamente pelo canal oficial Fala.BR. Por g1

Postado por Blog Cardoso Silva
Categorias: Brasil
FAO
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