8 de maio de 2015

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A construção civil, que ameaça há mais de uma semana demitir 4,5 mil trabalhadores no Rio Grande do Norte, já reduziu em 28% o número de pessoas ocupadas, entre o primeiro trimestre de 2014 e o mesmo período deste ano. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são 41 mil trabalhadores a menos nos canteiros de obra – maior redução entre as atividades no estado.

Os dados se referem a pessoas com 14 anos ou mais e estão na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), que pela primeira vez traz informações completas sobre o mercado de trabalho para Brasil, grandes regiões e unidades da federação. De forma inédita, foi possível ver dados do Rio Grande do Norte e eles revelaram um cenário desafiador, diz o economista e chefe do IBGE no estado, José Aldemir Freire.

O mercado potiguar registra a maior taxa de desemprego do Brasil desde o quarto trimestre de 2014 e permanece entre os estados com piores índices, pelo menos, nos últimos três anos. No ano passado, por exemplo, a taxa de desocupação potiguar foi a maior do país no primeiro e no segundo trimestre, recuou entre julho e setembro e voltou a subir, atingindo mais uma vez a liderança. Em 2015, a taxa encerrou o primeiro trimestre em 11,5% – ante 10,4% apurados no quarto trimestre do ano anterior.

Na prática, 175 mil pessoas chegaram ao final de março desocupadas. Mas essa não foi a única má notícia no mercado.

“Desde o fim de 2013 o mercado sinaliza ou estagnação ou deterioração. A população ocupada ‘estacionou’, a capacidade de gerar novas ocupações está estagnada no estado. Além disso, entre 2014 e 2015 houve queda na renda e a massa de rendimentos, que é importante para o comércio, também caiu”, diz Aldemir Freire.tnonline

Postado por Blog Cardoso Silva
Categorias: RN
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