As investigações da Polícia Federal apontam que o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto recebia até R$ 250 mil por mês em propinas pagas pela organização criminosa que fraudava descontos em folha de aposentados e pensionistas por meio da entidade Conafer — uma das que operacionalizavam os descontos indevidos por meio de fraudes em cadastros de aposentados.
A entidade era conveniada com o INSS para oferecer serviços a aposentados mediante autorização deles — que era fraudada.
Stefanutto foi preso mais cedo nesta quinta-feira (13) em operação da Polícia Federal sobre os desvios de pensões.
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