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12 de novembro de 2015

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O réu, João Batista de Araújo, também conhecido por Hélio Cigano, que foi julgado ontem, quarta-feira (11), foi condenado a pena de 23 anos e 3 meses de reclusão por decisão do Conselho de Setença. Ele matou com disparos de arma de fogo, na manhã do dia 23 de junho de 2013, Selma Medeiros de Araújo. O crime ocorreu no sítio Extrema, zona rural de Caicó.

O promotor criminal, Geraldo Rufino de Araújo Júnior, disse ao site Sidney Silva, que sai com a sensão do dever cumprido. “Saiu daqui com a censação de que o júri compreendeu a mensagem do Ministério Público. A posição do Júri não deixa de ser um conforto. Eu saiu coma conciencia do dever cumprido“, disse. Sobre as teses defendidas no plenário durante os debates, Rufino disse que o crime foi qualificado. “No início do processo, existia uma tese de homicídio duplamente qualificado pelo motivo e pela circunstância, que foi a surpresa, mas, ao longo do processo, esse motivo que era o ciúmes, caiu. O homicídio foi qualificado pela surpresa“, destacou.

O advogado de defesa do réu, Guerrison Pereira de Andrade, ainda em plenário, impetrou recurso. Ele alega que a pena foi muito alta. “Nós abordamos que iremos recorrer e o nosso recurso é em cima de três alieas, tanto a nulidade posterior a pronúncia, quanto à pena alta demais e a decisão maniestamente contrária a prova dos altos. Nós recorremos. Respeitamos a soberania do Júri, mas, estamos inconformados. Eu entrei no proceso praticamente para o júri, mas, vou recorrer“, disse.

A defesa sustentou nos debates que o homicidio foi simples e privilegiado. Por uma votação aperdade o Conselho de Sentença reconheceu apenas uma qualificadora.

Na sentença prolatada pelo juiz Luiz Cândido de Andrade Villaça, o magistrado afirmou que “no tocante a crime de homicídio, os jurados reconheceram a materialidade do fato e a sua autoria. Foi afastada a tese de homicídio privilegiado e o quesito absolutório. Foi reconhecida a qualificadora a qual traduz a prática delituosa mediante discimulação ou outro recurso de dificulte ou torne inpossivel a defesa da vítima“. Ainda que o reu demonstrou ter agido de forma segurança quando seifou a vida da vítima. “Ele se mostrou uma pessoa violenta já que matou uma pessoa friamente e com sinais de execução. Ele tem histórico de agrassões pretáritas e menos graves contra a vítima, sua companheira. O reu se encontrava portando ilegalmente, arma de fogo. A vítima era pessoa jovem de 23 anos e além disso, deixou uma criança de apenas 8 meses de vida“, destaca a sentença.

Postado por Cardoso Silva
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Governo RN - Nota Potiguar
27 de outubro de 2015

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O promotor Geraldo Rufino de Araújo Júnior, pediu o adiamento do júri popular do ex-pastor evangélico, Gilson Neudo Soares do Amaral, réu no processo da morte do jornalista F. Gomes. A sessão de julgamento estava marcada para ocorrer no dia 4 de novembro no Fórum Municipal Amaro Cavalcante em Caicó.

O juiz Luiz Cândido de Andrade Villaça, disse ao portal Sidney Silva que deferiu o pedido e adiou o Júri, ficando a data indefinida.

Entre os motivos apresentados pelo representante do Ministério Público para pedir a mudança do julgamento, estão problemas de saúde e a falta de apoio da Procuradoria Geral de Justiça, órgão superior do MP no Rio Grande do Norte. Em contato com Geraldo Rufino, fomos informados que forma feitas diversas solicitações de apoio, mas, nenhuma foi atendida. Ele queria o auxílio de outro promotor.

No despacho confirmando o adiamento, o juiz Luiz Cândido Villaça, pede que o promotor Geraldo Rufino se manifeste sobre o tempo em que o ex-pastor está detido e sobre a possibilidade de soltura.

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Postado por Cardoso Silva
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RN DEFESA DA MULHER
7 de outubro de 2015

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O ex-pastor Gilson Neudo Soares do Amaral, vai sentar no banco dos réus em julgamento popular no próximo dia 04 de novembro de 2015. Ele foi denunciado pelo Ministério Público como participe da morte do jornalista F. Gomes, ocorrida em outubro de 2010.

Na manhã desta quarta-feira (07), Gilson Neudo, foi intimado por Oficial de Justiça nas dependências da Penitenciária Estadual do Seridó, em Caicó.

O processo ainda tem outros réus. O comerciante, Lailson Lopes, foi condenado, mas, houve recurso por parte do Ministério Público e a decisão do TJRN foi de mandar realizar novo júri,  o que deve ocorrer nos próximos meses. O moto-taxista, João Francisco dos Santos “Dão”, foi condenado e cumpre pena no Sistema Penitenciário do Rio Grande do Norte. Ele foi o autor material do crime. O outro réu, é advogado Rivaldo Dantas de Farias, que recorreu da sentença de pronuncia. Ele queria que o TJRN anulasse a decisão que o mandou a julgamento popular, mas, teve o recurso negado.

O jornalista, Francisco Gomes de Medeiros, foi morto na calçada de sua casa no dia 18 de outubro de 2010. Ele estava sentando quando o “Dão” se aproximou de moto, parou e abriu fogo. Depois de  efetuar os disparos, empreendeu fuga, foi preso, solto e preso no dia seguinte. Por Sidney Silva/foto: Cardoso Silva

VILA

Postado por Cardoso Silva
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Governo RN - Nota Potiguar
8 de setembro de 2015
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Advogado Sildilon Maia

O advogado Sildilon Maia, confirmou na manhã desta terça-feira (08), que o TJRN, anulou a decisão de condenação prolatada contra o ex-gerente do Banco do Brasil da cidade de Campo Grande/RN, Alexsander Silveira, que foi preso há cerca de dois anos acusado de crimes de pedofilia. Ele estava condenado a cumprir pena de 52 anos de reclusão.

Em contato com o Blog Sidney Silva, Sildilon Maia, disse que fez sustentação oral na Câmara Criminal do TJRN alegando que as acusações contra seu cliente eram infundadas e que as provas foram coletadas de forma ilegal. Diante do fato, se fazia necessária a liberdade de Alexsander Silveira.

Os desembargadores decidiram que a instrução processual fosse reaberta.

Ainda é aguardada a decretação da liberdade provisória de Alexsander.

Do Blog Cardoso Silva: Parabéns a esse grande advogado que orgulha a OAB-RN.

Postado por Cardoso Silva
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RN DEFESA DA MULHER
4 de setembro de 2015

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Acabo de confirmar a informação com o próprio magistrado.

O juiz de execuções penais Henrique Baltazar enviou um ofício à Coordenadoria de Administração Penitenciária (Coape) para que o ex-governador Fernando Freire seja transferido para uma penitenciária.

O magistrado não entende porque o político está preso no quartel do Comando Geral da Polícia Militar. A Coape alegou que sequer recebeu oficialmente o detento, e por isso o juiz também está questionando a Secretaria de Segurança sobre que dispositivo dá direito a Fernando Freire de cumprir pena no quartel, em vez de no presídio, como um cidadão comum.

“Não conheço todas as leis estaduais e pode ser que exista alguma que diga que ex-governador teria esse direito, apesar de não acreditar nisso”, disse-me Henrique Baltazar, pelo Whatsapp.

Ele me revelou ainda que a secretaria tem uma semana para se explicar, do contrário, vai determinar que Fernando Freire seja mandado para a Cadeia Pública de Natal ou para algum CDP, até que surja uma vaga numa penitenciária.

O ex-governador é condenado a 39 anos anos de prisão por peculato, formação de quadrilha e falsidade ideológica. Ele foi preso no Rio de Janeiro em 25 de julho deste ano, depois de passar muito tempo foragido.portalnoar.com

Postado por Cardoso Silva
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RN DEFESA DA MULHER
2 de setembro de 2015

O Ministério Público do Rio Grande do Norte, deflagrou nesta quarta-feira (2), a operação “Candeeiro”, buscando descortinar esquema milionário no IDEMA praticado entre os anos de 2013 e 2014. Segundo apurado até o momento, valores desviados dos cofres do IDEMA contabilizam R$ 19.321.726,13.

Participam da operação 26 Promotores e cerca de 100 policiais em Natal, Parnamirim, Santana do Matos e Mossoró, dando cumprimento a 5 mandados de prisão temporária, 10 mandados de condução coercitiva e 27 mandados de busca e apreensão.

Os mandados foram expedidos pelo Juízo da 6ª Vara Criminal de Natal, que decretou sequestro de bens e valores de pessoas físicas e jurídicas.

Postado por Cardoso Silva
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RN DEFESA DA MULHER
20 de agosto de 2015

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), através da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Natal e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), com apoio da Polícia Militar, deflagrou na manhã desta quinta-feira (20), a Operação Dama de Espadas, no afã de descortinar esquema estruturado no âmbito da Assembleia Legislativa deste Estado, através do qual uma refinada associação criminosa composta por alguns servidores públicos do órgão, com auxílio de um gerente do Banco Santander, se utilizavam de “Cheques Salário” como forma de desviar recursos em benefício próprio ou de terceiros.

Os desvios eram operacionalizados por meio de inserção fraudulenta de pessoas na Folha de Pagamento da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte para que fossem emitidos “cheques salários” em nome desses servidores fantasmas.

Os cheques eram sacados, em sua maioria, pelos investigados ou por terceiros não beneficiários, com irregularidade na cadeia de endossos ou com referência a procurações muitas vezes inexistentes.

Os valores desviados dos cofres da Assembleia Legislativa em favor de tais servidores contabilizam o montante de R$ 5.526.169,22 (cinco milhões, quinhentos e vinte e seis mil cento e sessenta e nove reais e vinte e dois centavos).

Em razão dos elementos colhidos durante a investigação, restou demonstrada a materialidade e fortes indícios de autoria dos crimes de quadrilha/associação criminosa (art. 288, do Código Penal), peculato (art. 312, do Código Penal), lavagem de dinheiro (Lei nº 9.613/98) e falsidade ideológica (art. 299 do CP).

Participam da operação 17 Promotores de Justiça e cerca de 60 Policiais Militares nas cidades de Natal/RN, Santa Cruz/RN e Areia/PB, para cumprimento de 19 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Juízo da 8ª Vara Criminal da Comarca de Natal.

*Da Assecom do MP/RN

CAICO SORRIDENTE

BANER OFICINA PENEDO

Postado por Cardoso Silva
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RN DEFESA DA MULHER
11 de agosto de 2015

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A juíza, SOPHIA NÓBREGA CÂMARA LIMA, decidiu em sentença prolatada no último dia 09 de agosto, que o Hospital do Seridó, fique sobre intervenção judicial por 120 dias, sendo o prazo prorrogável por igual período.

Foi determinado que três pessoas, sendo dois servidores do Município de Caicó e um servidor do Estado, representado em Caicó, pela IV Ursap, devem compor a Junta de Intervenção. Os três, terão poderes sobre o Hospital.

A juíza ainda determinou que um membro da Fundação Carlindo Dantas, mantenedora do Hospital, acompanhe as reuniões do grupo, mas, sem poderes de decisão, atuando apenas como observador.

As partes serão intimadas nos próximos dias da decisão da magistrada federal e os trabalhos devem ser iniciados no prazo de cindo dias após a indicação dos membros da Junta de Intervenção.

Fonte: Sidney Silva

PLENA FORMA - Suplementos Alimentares

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RN DEFESA DA MULHER
1 de julho de 2015

Após um dia tenso, com tumulto, cones arremessados contra a polícia e até mesmo gás de pimenta para conter manifestantes, o plenário da Câmara dos Deputados rejeitou na madrugada desta quarta-feira a proposta de emenda constitucional (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. O resultado foi apertado.

Faltaram apenas cinco votos para aprovar a proposta. Foram 303 votos favoráveis, 184 contra e três abstenções. Como é uma proposta que muda a Constituição, ela precisava do apoio de três quintos dos deputados, ou seja, 308 dos 513. Embora negue, o resultado foi uma derrota para o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que deu apoio para que a proposta, apresentada em 1993, pudesse finalmente ser aprovada.

Postado por Cardoso Silva
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Governo RN - Nota Potiguar
9 de junho de 2015

O caicoense Lailson Lopes, que é réu no processo da morte do jornalista F. Gomes, que foi julgado e condenado a pena de 14 anos, deve ser julgado novamente em júri popular que deve ocorrer em Caicó.

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, decidiu na manhã desta terça-feira (09), à unanimidade de votos, em consonância com o parecer da 3ª Procuradora de Justiça, conheceu os recursos e deu provimento ao apelo ministerial para, reconhecendo a existência de nulidade posterior à pronúncia, anular o julgamento do Tribunal do Júri, a fim de submeter o réu Lailson Lopes a novo julgamento, restando prejudicado o apelo defensivo, nos termos do voto da Relatora.

O Ministério Público do Rio Grande do Norte, recorreu da decisão que condenou Lailson Lopes, no dia do júri querendo que a pena fosse aumentada ou justamente que ocorresse nova sessão.

Os desembargadores disseram na verdade que na ata da sessão do júri não constava a informação de que Aneziano Ramos, que defendeu Lailson Lopes, sustentou a tese de menor participação, e portanto, o juiz presidente da sessão não poderia ter feito a pergunta aos jurados. Diante disso, eles decidiram anular o Júri e determinar nova sessão.

Ouvido pelo Blog Sidney Silva, Aneziano Ramos, disse que pretende provar a Justiça que ela errou. “Nós queremos um documento declaratório da Justiça ai de Caicó, afirmando que eles erraram. Todos ouviram e viram que eu sustentei a tese de menor participação além da negativa de autoria. Depois vamos impetrar recursos. Outra coisa, se não tem condenação, meu cliente está preso irregularmente, pois está apenas detido por causa de mandado de prisão preventiva, e nós vamos tentar uma Habeas Corpus para libertá-lo“. Via Sidney Silva

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Governo RN - Nota Potiguar
9 de junho de 2015

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A ex-prefeita de Natal, Micarla de Sousa, chorou em depoimento da Operação Assepsia, que investiga um esquema de fraudes em licitações e desvio de recursos públicos na gestão da saúde em Natal durante 2012. Outros oito réus foram ouvidos pela Justiça Federal nesta segunda-feira (8).

Micarla chegou por volta das 20h e evitou falar com a imprensa. Na sala de audiência, ela entrou acompanhada da mãe, do namorado e do advogado de defesa. A ex-prefeita iniciou o depoimento falando dos problemas de saúde e de três acidentes vasculares que comprometeram a sua memória. Mesmo assim, ela explicou estar com documentos, reportagens de jornais da época e com disposição para ajudar a esclarecer as denúncias investigadas na Operação Assepsia.

Micarla de Sousa negou qualquer ato de corrupção cometido por ela e disse que não tinha conhecimento de irregularidades nos processos de licitação e gestão das UPAs e das AMEs. Ela destacou também que a contratação de organizações sociais para administrar esses serviços de saúde foi considerada legal pelo Tribunal de Justiça do estado. Micarla ainda informou que confiava nos secretários e assessores, mas depois do escândalo, se sentiu traída pelos auxiliares.

Postado por Cardoso Silva
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RN DEFESA DA MULHER
14 de abril de 2015

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O policial militar, Paulo Cesar Araújo, foi absolvido da acusação de ter assassinado o paciente do antigo Hospital Psiquiátrico Milton Marinho, fato ocorrido no ano de 2002. O Conselho de Sentença, entendeu depois de ouvidas as testemunhas, o promotor Geraldo Rufino de Araújo Júnior e o advogado Francisco das Chagas Medeiros, que o PM Araújo, era inocente.

Uma das testemunhas ouvidas na sessão do Júri em Caicó, foi o ex-paciente psiquiátrico, Rogério Macedo, que colocou Araújo no local do crime.

“Eu vi ele entrando no alojamento onde estava Sandro. Araújo carregava um balde com algum líquido e depois matou o rapaz”, relatou. O Conselho de Sentença não acatou tal informação.

O advogado, Francisco das Chagas Medeiros, que defende os interesses de Paulo Cesar, foi acusado por Rogério Macedo, de ter promovido coação e ameaças ao longo da instrução processual ou de inquérito policial.

O Dr. Chiquinho, disse que está analisando a possibilidade de pedir a abertura de ação contra a testemunha por falso testemunho haja vista ter dito inverdades ao longo do processo. via sidney silva

Postado por Cardoso Silva
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Governo RN - Nota Potiguar
1 de abril de 2015

Reginaldo Alves foi condenado a pena de 41 anos de reclusão

 

Sidney Silva – O caicoense, Reginaldo Alves de Lima, foi condenado em Júri Popular, realizado no Fórum Amaro Cavalcanti. Ele matou no dia 10 de setembro de 2009, o menino Vitor Manoel dos Santos, de 8 anos de idade. A pena aplicada foi de 41 anos e 3 meses de reclusão em regime fechado. A condenação foi pelos crimes de homicídio qualificado (meio cruel) e estupro de vulnerável.

A criança foi violentada sexualmente e depois assassinada. O corpo foi deixado nas águas do rio Seridó, na zona urbana de Caicó, sendo encontrado no mesmo dia do crime.

O outro réu no processo, é o também caicoense, Milton da Silva Filho. Ele não foi julgado na sessão desta terça-feira (31), por causa de falhas processuais. A informação é do advogado Navde Rafael Varela, que patrocina sua defesa. Os defensores não foram intimados. O julgamento foi remarcado para o dia 12 de abril.

De acordo com o que consta na denúncia do Ministério Público, o pequeno, Vitor Manoel, foi assassinado nas águas do Rio Seridó, por volta das 13 horas, no local chamado de Pedra da Cruz. Os denunciados teriam mantido relação sexual anal com o menor e depois o mataram por afogamento, sendo que Reginaldo o teria afogado enquanto Milton cuidava para que ninguém se aproximasse.

Os acusados foram presos em flagrante, tendo no mesmo dia sua prisão convertida em preventiva, e posteriormente concedida liberdade provisória a Milton da Silva Filho. Na decisão de pronuncia, o juiz decidiu pela manutenção da custódia de Reginaldo Alves de Lima.

No dia do ocorrido, o mesmo em que os dois foram presos, eles teriam confessado na delegacia que tinham praticado o crime. O delegado de Caicó, na época era Getúlio Medeiros, disse em entrevista à imprensa que quando Reginaldo e Milton foram postos frente a frente numa acareação, começaram a acusar um ao outro. “No bate-boca, acabaram confessando com detalhes a morte da criança. Um deles, depois de manter relações sexuais com o menino, o pegou pelo pescoço matando-o enforcado, e depois o jogou no rio”, disse.

Foram encontradas marcas de mordidas em uma das orelhas e nas costas de Vitor Emanuel. Esse detalhe levou o delegado a deixar os dois custodiados na DP, até que o ITEP emitisse um laudo de exame cadavérico para comprovar a causa da morte.

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RN DEFESA DA MULHER
25 de março de 2015

A força tarefa da Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Norte (DPE/RN), que realiza o mutirão de Execução Penal durante esta semana, em Caicó, deverá analisar cerca de 550 processos de apenados da Penitenciária Estadual localizada no município, o Pereirão. Os trabalhos tiveram início na tarde desta segunda-feira (23) e seguem até a próxima sexta-feira (27), no Fórum da cidade.

De acordo com o coordenador do Núcleo de Execução Penal da DPE, defensor público Serjano Marcos Torquato Valle, o número corresponde à totalidade dos processos existentes na Vara Criminal da Comarca de Caicó. Para concluir a análise, o mutirão conta com três defensores públicos e uma equipe de estagiários do Núcleo Regional da Defensoria Pública em Caicó. “Nossa expectativa é conseguir analisar todos os processos sem problema. Estamos imprimindo um ritmo bom e acredito que não teremos dificuldades para concluir o trabalho aqui em Caicó e atingir a meta do mutirão”, destacou o defensor público Serjano Torquato.

Até o final da manhã desta terça-feira (24), a força tarefa analisou 70 processos e protocolou 12 pedidos de progressão de regime na secretaria da Vara Criminal. Ainda de acordo com o coordenador do Núcleo de Execução Penal, uma visita ao Pereirão deverá ser realizada pelos defensores durante o mutirão.

O objetivo é verificar as condições da penitenciária e a situação dos apenados que estão cumprindo pena na unidade, que hoje abriga 523 presos, tendo capacidade máxima para 427 entre regime fechado e semiaberto.

Via: Defensoria Pública do RN

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Governo RN - Nota Potiguar
19 de dezembro de 2014

O réu confesso e condenado pela morte do professor Antônio Dantas (Professor Toinho), foi posto em liberdade esta semana por decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. O Habeas Corpus, concedendo a liberdade a Alex Endrel Soares, foi concedido no último dia 16 de dezembro. O Defensor Público, Rodrigo Lira, patrocinou a ação. No dia do júri, quando saiu a sentença, o defensor do réu disse ao Blog Sidney Silvaque iria promover recurso de alguns pontos da decisão prolatada pelo juiz, Luiz Cândido Villaça, um deles para derrubar a decretação da prisão preventiva do réu. “Ora, já que o réu passou todo o processo respondendo em liberdade, então, ele pode e deve recorrer da sentença em liberdade, e só depois do transito em julgado, ser levado para o cárcere para cumprir sua pena”, afirmou.

Agora, os desembargadores do TJRN, concordaram com seu apelo e concederam a liberdade para Alex Endrel, que vai aguardar em casa até que se transite em julgado o recurso da sentença, onde é pleiteada a diminuição da pena aplicada que foi de 20 anos, em regime fechado.via miqueas capuxu

Leia o habeas corpus

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(Supermercado lembra que estará fechado nos dias 25 e 01 Janeiro) 

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Governo RN - Nota Potiguar
20 de novembro de 2014

Após mais de 12 horas de julgamento, o júri popular decidiu pela condenação de Thiago Felipe Rodrigues Pereira, acusado por envolvimento na morte da estudante Maria Luiza Ferreira, a mais de 26 anos e três meses de prisão em regime fechado. O réu foi condenado pelos crimes de de homicídio triplamente qualificado,  cárcere privado, furto, vilipêndio de cadáver, coação processual e ocultação de cadáver.

Thiago foi julgado sozinho, após a Justiça decidir separar os júris dele e do outro acusado, Kleisson de Souza Freitas Silva, por causa da ausência do advogado de defesa do segundo.

O crime

Maria Luiza foi morta no dia 21 de abril de 2009 após sair da casa do namorado no bairro Bom Pastor, zona oeste de Natal. Segundo a denúncia do Ministério Público, Thiago e Kleisson sequestraram, estupraram, espancaram e mataram a menina por estrangulamento. Em seguida, o corpo foi transportado até um lixão, onde foi enterrado após maus tratos.Tnonline

 

 

Thiago Felipe Rodrigues Pereira, acusado do crime

 

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RN DEFESA DA MULHER
18 de novembro de 2014
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Endrel Soares dos Santos. Ele é réu confesso da morte do professor

O Tribunal do Juri Popular condenou a 20 anos de reclusão Alex Endrel Soares dos Santos. Ele é réu confesso da morte do professor Antônio Dantas de Oliveira, o “Professor Toinho”. Atuou na acusação do réu, o promotor, Geraldo Rufino de Araújo Júnior, auxiliado pelo advogado, Guerrison Pereira de Andrade.

A morte do professor Toinho, aconteceu no dia 19 de abril de 2009, no interior de seu apartamento na Rua Pires Ferreira, no centro de Caicó. Ele foi assassinado com golpes de faca.

 

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Antônio Dantas de Oliveira, o “Professor Toinho”

No dia 28 de outubro do mesmo ano, a Polícia Civil, prendeu Alex Endrel Soares dos Santos, então com 18 anos, sob a acusação de ser o assassino de Toinho. Depois de ser preso, Andrel confessou na Delegacia de Polícia Civil que matou o professor a facadas, ambos discutiram entrando em luta corporal. O professor teria se armado com uma faca e investido contra ele (Andrel), mas, este tomou a faca e o atingiu com vários golpes. Em seu depoimento, inclusive, espontâneo, Alex Andrel, também confessou que ligou pessoalmente para a Polícia Militar informando que tinha um corpo no local do crime.

O corpo de Toinho foi encontrado pela policia na madruga do dia 21 de abril, e, no local haviam várias marcas de sangue, o que mostrou a brutalidade do crime. Foram encontrados sinais de que houve bebedeira no local e que Toinho tentou se livrar da morte, em luta corporal com o autor do homicídio. O educador sofreu pelo menos três facadas em cima do coração e uma mais profunda no pescoço onde foi deixada a faca encravada.

Ele (Toinho), era vice-diretor da Escola Estadual Monsenhor Walfredo Gurgel, no Bairro Paraíba. O juiz Luiz Cândido de Andrade Villaça, titular da Vara Criminal da Comarca de Caicó presidiu os trabalhos que terminou por volta das 20 horas.

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Governo RN - Nota Potiguar
18 de novembro de 2014

O juiz Luiz Cândido de Andrade Villaça, titular da Vara Criminal da Comarca de Caicó, marcou a data do julgamento popular de Alex Endrel Soares dos Santos. Ele é réu confesso da morte do professor Antônio Dantas de Oliveira, o “Professor Toinho”.

De acordo com o que consta na publicação do Diário Eletrônico da Justiça, o Júri Popular, está previsto para acontecer no dia 18 de novembro de 2014, a partir das 09hs, no Fórum Amaro Cavalcante, na cidade Judiciária.

Vai atuar na acusação do réu, o promotor, Geraldo Rufino de Araújo Júnior, auxiliado pelo advogado, Guerrison Pereira de Andrade.

A morte do professor Toinho, aconteceu no dia 19 de abril de 2009, no interior de seu apartamento na Rua Pires Ferreira, no centro de Caicó. Ele foi assassinado com golpes de faca.

No dia 28 de outubro do mesmo ano, a Polícia Civil, prendeu Alex Endrel Soares dos Santos, então com 18 anos, sob a acusação de ser o assassino de Toinho. Depois de ser preso, Andrel confessou na Delegacia de Polícia Civil que matou o professor a facadas, ambos discutiram entrando em luta corporal. O professor teria se armado com uma faca e investido contra ele (Andrel), mas, este tomou a faca e o atingiu com vários golpes. Em seu depoimento, inclusive, espontâneo, Alex Andrel, também confessou que ligou pessoalmente para a Polícia Militar informando que tinha um corpo no local do crime.

O corpo de Toinho foi encontrado pela policia na madruga do dia 21 de abril, e, no local haviam várias marcas de sangue, o que mostrou a brutalidade do crime. Foram encontrados sinais de que houve bebedeira no local e que Toinho tentou se livrar da morte, em luta corporal com o autor do homicídio. O educador sofreu pelo menos três facadas em cima do coração e uma mais profunda no pescoço onde foi deixada a faca encravada.

Ele (Toinho), era vice-diretor da Escola Estadual Monsenhor Walfredo Gurgel, no Bairro Paraíba.

Passado algum tempo do crime, Alex Endrel, estava em liberdade aguardando ser julgado pela morte de Toinho, mas, foi preso sob suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas.

Faixas são colocadas nas ruas de Caicó, na verdade a população pede “JUSTIÇA”. Os familiares convidam todos para assistirem o julgamento, e assim fortalecer a condenação do acusado.

Fonte: Edna Maria

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15 de novembro de 2014

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29 de outubro de 2014
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Alex Endrel será julgado no da 18 de novembro, próximo – (Fonte: Sidney Silva)

O juiz Luiz Cândido de Andrade Villaça, titular da Vara Criminal da Comarca de Caicó, marcou a data do julgamento popular de Alex Endrel Soares dos Santos. Ele é réu confesso da morte do professor Antônio Dantas de Oliveira, o “Professor Toinho”. De acordo com o que consta na publicação do Diário Eletrônico da Justiça, o Júri Popular, está previsto para acontecer no dia 18 de novembro de 2014, a partir das 09hs, no Fórum Amaro Cavalcante, na cidade Judiciária. Vai atuar na acusação do réu, o promotor, Geraldo Rufino de Araújo Júnior, auxiliado pelo advogado, Guerrison Pereira de Andrade. A morte do professor Toinho, aconteceu no dia 19 de abril de 2009, no interior de seu apartamento na Rua Pires Ferreira, no centro de Caicó. Ele foi assassinado com golpes de faca.

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No dia 28 de outubro do mesmo ano, a Polícia Civil, prendeu Alex Endrel Soares dos Santos, então com 18 anos, sob a acusação de ser o assassino de Toinho. Depois de ser preso, Andrel confessou na Delegacia de Polícia Civil que matou o professor a facadas. Sua versão é que matou depois que a vítima tentou manter relações sexuais com ele. Depois da negativa, ambos discutiram entrando em luta corporal. O professor teria se armado com uma faca e investido contra ele (Andrel), mas, este tomou a faca e o atingiu com vários golpes. Em seu depoimento, inclusive, espontâneo, Alex Andrel, também confessou que ligou pessoalmente para a Polícia Militar informando que tinha um corpo no local do crime. O corpo de Toinho foi encontrado pela policia na madruga do dia 21 de abril, e, no local haviam várias marcas de sangue, o que mostrou a brutalidade do crime. Foram encontrados sinais de que houve bebedeira no local e que Toinho tentou se livrar da morte, em luta corporal com o autor do homicídio. O educador sofreu pelo menos três facadas em cima do coração e uma mais profunda no pescoço onde foi deixada a faca encravada. Ele (Toinho), era vice-diretor da Escola Estadual Monsenhor Walfredo Gurgel, no Bairro Paraíba. Passado algum tempo do crime, Alex Endrel, estava em liberdade aguardando ser julgado pela morte de Toinho, mas, foi preso sob suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas.

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